Hemostasia:

Plaquetas:

As plaquetas, também conhecidas como trombócitos, são células do sangue produzidas pela medula óssea e que são responsáveis pelo processo de coagulação sanguínea, havendo maior produção de plaquetas quando há sangramentos, por exemplo, impedindo a perda de sangue excessiva, no entanto algumas condições podem interferir no processo de produção das plaquetas, havendo aumento ou diminuição da sua concentração no sangue, sendo esta condição chamada de trombocitopenia.

Coagulograma:

O coagulograma é um exame de sangue que diagnostica doenças hemorrágicas e avalia as condições da coagulação do sangue. Engloba vários exames, como tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial, tempo de sangramento, tempo de coagulação para triagem de verificação da hemostasia. O coagulograma é solicitado no pré-operatório ou para tratamentos que causam sangramento. Alterações do coagulograma são uma possível causa para a contra-indicação de cirurgias.

Prova de reação:

O teste de compatibilidade sanguínea ou reação cruzada consiste na avaliação de uma possível reação a transfusão realizada. Os glóbulos vermelhos do sangue (hemácias) possuem em sua membrana plasmática substâncias que não são necessariamente iguais em todos os animais. Se, na circulação de um animal, forem introduzidas hemácias com substâncias que não sejam naturais a ele, tais substâncias são interpretadas como antígenos, ou seja, moléculas estranhas ao organismo. No soro, parte líquida do sangue, há outras substâncias que funcionam como anticorpos e que reagem com os antígenos introduzidos. Essa reação antígeno-anticorpo, dentro do animal, provoca a aglutinação das hemácias do doador dentro do organismo do animal receptor, ou seja, as hemácias aderem umas às outras formando grandes placas podendo levar a obstrução de capilares e, ainda, a um quadro de choque no receptor.

Prova de aglutinação:

A importância da prova de aglutinação reside na possibilidade de pesquisar de Ac ou Ag específicos por testes rigorosamente padronizados é de grande valia na definição da suspeita clínica, na identificação da fase da infecção (p. ex: IgM: processos agudos e IgG: processos crônicos - imunoglobulina de memória), no diagnóstico de doenças congênitas, na seleção de doadores/receptores de sangue e de órgãos, na avaliação do prognóstico da doença, na avaliação da eficácia terapêutica, na avaliação da imunidade adquirida ou induzida e na verificação do agravamento do processo patológico (presença de imunocomplexos depositados em nível de glomérulos, identificados pela imunoflorescência indireta anticomplemento, indicativa de piora da patologia). Apresenta, ainda, importância epidemiológica estabelecendo a prevalência da doença, verificando a erradicação ou a reintrodução de uma doença em uma área/população.

Tromboplastina:

A tromboplastina, também conhecida como fator tissular ou Fator III, é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas (fragmentos celulares) cuja função é de transformar a protrombina em trombina na presença de íons Ca++, tendo um papel fundamental no processo de coagulação. Normalmente ausente no sangue, a tromboplastina é produzida por dois processos diferentes, constituindo o sistema intrínseco e o sistema extrínseco de coagulação.

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